sábado, 31 de março de 2012

O ESPIRITA DA 3a.IDADE PERANTE A DOUTRINA ESPÍRITA

Prezados,


Agradeço pela sua presença na palestra de 01/04/2012, O Espírita da 3a. Idade Perante a Doutrina Espírita
Neste link você encontra a cópia dos slides que usei.


Adoraria receber seus comentários, contribuições.


Abraços

segunda-feira, 5 de março de 2012

Aulas - Educação Mediúnica

Prezados,

Nos links abaixo vocês encontrarão o material das últimas aulas.

1. Aula: Médiuns Especiais - clique aqui
2. Aula: O Teu Dom - clique aqui

Se você quiser fazer perguntas, comentar as aulas, sugerir, criticar, fique à vontade para postar seu comentário.

Abraços

sábado, 5 de novembro de 2011

FATO OCORRIDO NO RJ – Sentado no Gazofilácio da vida - NA PRAÇA TIRADENTES


Amigos, mais um texto para reflexão do nosso Amigo Paulo:

"Estava sentado no banco da Praça Tiradentes no Rio de Janeiro, observando a pessoas que passavam rumo ao trabalho. As lojas estavam começando a abrir, para mais um novo dia. Lembrei naquele momento da passagem do Gazofilácio e percebi como é importante observar. De repente há uma grande explosão em um dos estabelecimentos comerciais do local. Estilhaços de vidros, concretos, mesas, cadeiras pessoas sendo arremessadas, de dentro para fora do estabelecimento a uma distância de aproximadamente 30 metros. Outras que passavam pelo local na hora da explosão também. Pessoas corriam para socorrer as vítimas, mas, nada mais poderia ser feito, alguns acabavam de desencarnar e os que sobreviveram eram amparadas. Todos ficavam distante do local temendo uma nova explosão. Logo chegaram bombeiros, ambulâncias e policiais assumiram a gerência da situação. Nós ficávamos a distância observando. Eu particularmente voltei a me sentar e comecei a pensar por que aconteceu aquela tragédia, que acabava de ceifar vidas. Mentalmente comecei então a tentar enquadrar em que parte do Espiritismo está contida aquela cena. O que faltou? Será que é resgate pessoal de cada vitima? Pensei: esta é uma maneira de nós, encarnados, escondermos as coisas,  jogarmos nas costas do destino ou da fatalidade. Estava na hora errada e no local errado, coitados. Mas aguçando mais o meu pensar, comecei a perceber que o fato estava ligado a Caridade.  Minha nossa! É  mesmo faltou “Caridade”.  Mas Caridade não é dar alguma coisa para quem precisa em todos os sentidos, palavra, comida, bens materiais, roupas, entre outras, engano nosso, pois tudo isto é obrigação. Reportando Cristo, ele diz: “Eu tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, tive necessidades de alojamento e me alojastes, estive nu e me vestistes, estive doente e me visitastes, estive na prisão e vistes de ver”. Disse ainda “amai-vos uns ao outros como eu vos amei”. Indo mais adiante, lembrei da afirmativa de Paulo de Tarso “Ainda quando eu falasse todas as línguas dos Espiritos encarnados e mesmo a língua dos Espiritos sublimes se não tivesse caridade não seria senão como um bronze sonante e um címbalo retumbante, e quando eu tivesse o dom de profecia, penetrasse em todos os mistérios, e tivesse uma perfeita ciência de todas as coisas, quando tivesse ainda toda a fé possível, até transportar as montanhas, se não tivesse caridade eu nada seria.” Podemos perceber então que Caridade nada mais é do que cada um fazer a sua parte com perfeição, tendo plena consciência de que tudo o que fazemos sai de nós e vai refletir no outro.
No caso, acima, faltou Caridade:
1º - No local não podia ser instalado estabelecimento que utilize gás em sua atividade, ou seja, a construção não tinha condições para abrigar este tipo de estabelecimento, mas foi alugado assim mesmo.

2º - Se o imóvel fisicamente não tem condições de uso para estabelecimento que utilize gás, como pode receber autorização para funcionar precariamente até que regularize a situação. Isto vem acontecendo desde 2008 e valido por seis meses. Fazendo as contas temos 4 anos ou 1.460 dias ou 35.040 horas de perigo de uma explosão. Foi uma bomba relógio sem data e hora para explodir.

3º. – Na instalação do sistema faltou o instalador dizer que não faço este serviço, é uma bomba que vai explodir mais tarde, pois o local é fechado.   

Quantos Espíritos envolvidos, no fato acima, por que pensaram assim?
Não sou eu que vou usar, não é problema meu, o importante é eu vender o meu produto, eu dei a ordem e pronto. Eu conheço uma pessoa importante, que vai influenciar o autorizador para que você receba o alvará provisório mesmo que o imóvel não tenha condições e assim você vai levando a vida ganhando o seu. Lembremos também da ação de nossas atitudes e da reação que vamos receber."

Paulo Oleski escreveu 23/10/2011 às 8:30 hs.

O que você tem a dizer? Quantas vezes ouviu dizer: "nossa, coitados, que azar não?"

Abraços

domingo, 23 de outubro de 2011

FATO CURIOSO ACONTECIDO NO METRÔ


Amigos, mais um texto para reflexão do nosso Amigo Paulo:

"Estava viajando no sentido Estação Santana para a Estação Paraíso, quando na estação São Bento, após fechar a porta e iniciar sua trajetória rumo à próxima estação, a metroviária informou: - “próxima estação Parada Inglesa”. Houve um grande alvoroço dentro do vagão. Grande parte das pessoas que tinham entrado no vagão na Estação São Bento se levantaram alvoroçadas dizendo “peguei o lado errado”. Notando o empurra-empurra, falei alto: “a informação está errada, a próxima estação é a Sé”. Todos riram e voltaram a se sentar.
O que isto tem a ver conosco, Espíritos encarnados.
Estamos deixando nos levar pelo universo eletrônico a tal ponto que não prestamos mais  atenção no que fazemos ou ouvimos. A eletrônica está nos conduzindo. O clica aqui, aperte ali, você pode descer, você pode subir, entre tantas outras coisas.
Devemos usar o que inventamos, mas não deixar nos conduzir pelo que inventamos, pensando ou raciocinando por nós. O cérebro pára de raciocinar e fica condicionado a comandos. Nosso espírito fica também. Tanto isto é verdade que, quando inventamos a calculadora em substituição ao saudoso lápis, por exemplo, para fazermos uma operação simples, pegamos a calculadora, não usamos mais o cérebro. No tempo do lápis, pegávamos uma folha de papel e íamos escrevendo a operação até chegar ao resultado. O cérebro ia acompanhando o raciocínio, criando formas e números, guardado a informação nos neurônios que iam se produzindo mais e mais à medida que as informações chagavam, tudo sob o comando do espírito ávido por informações novas e juntava o que recebia as informações já existentes “ideias inatas”. Lembremos no Livro dos Espiritos na pergunta de Kardec: 89ª – O pensamento não é a própria alma que se transporta?  R.: Quando o pensamento está em alguma parte a alma também está, pois é a alma que pensa. O pensamento é um atributo. Hoje as informações já vêm prontas, é só copiar e colar. Estamos parando de raciocinar, prestar atenção no que estamos fazendo e os sentimentos estão  desaparecendo. Hoje a velocidade da informação é tão grande que o cérebro esta ficando “engessado” e, por extensão, o Espírito também. Não nos esqueçamos, quem pensa, raciocina, sente e tira conclusões é o Espírito.

Paulo Oleski escreveu 14/10/20011 às 8:30 hs."

O que você tem a dizer?
Abraços

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

ENSINAMENTOS DIANTE DO GAZOFILÁCIO


Amigos, vamos ao primeiro artigo do Paulo Oleski:

Na passagem do gazofilácio, Cristo nos ensina a observar tirando o máximo de proveito da cena que nos apresenta diante dos olhos, em beneficio de nós mesmos. Para quem não sabe, Gazofilácio era um vaso de metal, que apontava para os circundantes, a quantidade de moedas depositadas. Uma moeda não fazia muito barulho, mas uma boa quantidade fazia um barulho bem grande. Naquele momento, Cristo não diz: Efraim possui uma rede de loja em Jerusalém e só depositou 10 moedas, quando deveria pelo menos depositar 100. Samuel possui uma frota de navios mercantes e só depositou 5 moedas, quando deveria pelo menos depositar 1.000. Mas observou a atitude e o sentido dos depositantes no Gazofilácio. Apontou que a viúva depositou no gazofilácio muito mais que todos os outros, porque ao depositar apenas duas moedas que eram suas últimas, agradecia do fundo do coração pelo que recebia do Criador. Ela não procurava aplausos e reconhecimento público, mas apenas agradecia. Citando esta passagem e respaldando Kardec quando diz: "Espírita, amai-vos e instruí-vos"- me levo a estudar e observar junto com todos os participantes do blog, convocando-os a reflexão. Lembrando ainda, Deolindo Amorim que diz que espírita não pode fugir ou ficar alheio aos problemas do mundo, mas participar deles tentando resolvê-los, educando e ensinando com base em suas próprias experiências. Amais-vos uns aos outros. Diante de uma noticia não devemos julgar, mas observar, estudar sentir a tudo e a todos que se envolveram no ocorrido, sem raiva, sem ódio sem ressentimentos e sem julgamento, apenas com intuíto de modificar e melhorar a si mesmo e principalmente nunca fazer igual.


O que você achou? O que entendeu? Pode comentar?
Abraços